segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
Tratamemento isonômico
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
Demanda pelos sites informativos na Paraíba inflaciona mercado da comunicação
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
Paraíba: Capitania Hereditária dos Cunha Lima
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
O retrato de Ricardo Gray Coutinho
Ricardo Coutinho vota em Dilma se Ciro Gomes desistir. Jamais em Serra. Mas apela para eleger Cássio e Efraim, opositores no senado
Sendo assim, o prefeito da Capital paraibana só esqueceu de explicar porque incluiu no seu leque de alianças dois algozes do Governo Lula e, futuramente, do Governo Dilma Roussef: Cássio Cunha Lima (PSDB) e Efraim Morais (DEM), historicamente ligados a partidos e práticas que combatem as melhorias realizadas na Era Lula.
É justamente este tipo de discurso fácil, de prática de política rasa que tem afastado os eleitores da candidatura de Ricardo Coutinho ao Governo do Estado.
quinta-feira, 24 de dezembro de 2009
Júlio Rafael enterra candidatura de Luiz Couto ao Senado
A entrevista do diretor presidente do Sebrae, Júlio Rafael (PT) a Gutemberg Cardoso e Josival Pereira, no programa Correio Debate, praticamente enterrou a candidatura do deputado Federal Luiz Couto ao Senado. Segundo Rafael, ao perder a eleição para presidente do PT Couto se descredenciou: “se não é bom para presidente do PT como é que será candidato ao Senado?”.
Julio Rafael, que é pré-candidato a deputado federal disse que a corrente vencedora do PED deve dizer qual é a política a ser adotada pelo PT para 2010. O problema, segundo o diretor presidente do Sebrae, é que Rodrigo Soares adotou um discurso recheado de incertezas durante a campanha . Em alguns momentos dizia que sua plataforma era marchar com o PMDB e em outros, que discutiria as eleições apenas em 2010.
O deputado federal Luiz Couto está mais perdido que cachorro quando cai de mudança. Depois da derrota para Rodrigo Soares, no PED, ainda não encontrou um discurso para manter o mínimo de coerência. Ainda durante campanha para a presidência do PT, o padre afirmou que só seria candidato ao Senado se fosse numa chapa com o prefeito da Capital, Ricardo Coutinho concorrendo ao Governo do Estado.
Após a derrota no PED, Luiz Couto foi preterido pelo prefeito da Capital. Sem aviso prévio, Coutinho preferiu a companhia do Dem, do senador Efraim Morais, mesmo sabendo que o padre já havia afirmado não compor com o que ele classifica de partido mais atrasado da política brasileira. Luiz Couto está, no momento, tentando uma brecha na agenda do prefeito. Quer explicação ou, no mínimo, um discurso para não ficar tão a refém dos acontecimentos.
“Isso é desespero, nós não estamos mais no tempo do eu quero, posso e mando”
A frase do prefeito Ricardo Coutinho (PSB), para criticar a iniciativa do Governo do Estado de realizar réveillon com a Banda Calypso demonstra uma inversão na aplicação e, assim como na música “narciso acha feio o que não é espelho. Tanto para as festas de Fim de Ano, quanto para a construção de via com elevado ligando as avenidas Beira Rio, Epitácio Pessoa e Ruy Carneiro, inexistiu imposição por parte do Governo do Estado. Em ambos os casos, a liturgia foi mantida através da solicitação à Prefeitura Municipal de João Pessoa.
O grande problema é que os auxiliares do prefeito da Capital estão impondo uma série de desmentidos a Ricardo Coutinho. Senão vejamos: a Prefeitura já havia autorizado a realização da festa de réveillon pretendida pelo Governo do Estado. Pelo que falou e fala, o alcaide desconhecia que os seus auxiliares já haviam autorizado a realização da festa do Calypso. Ao priorizar as viagens ao interior do Estado e não possuir auxiliares com capacidade comprovada para substituí-lo a altura (à exceção de Nonato Bandeira), os desencontros entre o que o Prefeito fala e o que determinam seus auxiliares (alguns muito próximos, como é o caso do vice prefeito) se avolumam.
Ao dizer não à construção da via de ligação entre as avenidas Beira Rio, Epitácio Pessoa e Ruy Carneiro pretendida pelo Governo do Estado, o prefeito de João Pessoa também demonstra ao cidadão exacerbado grau de desespero. Neste caso, as negativas do alcaide (para a construção) revelam certa ciumeira, já que a obra terá suas bases em três importantes vias de tráfego, mostrando à população da cidade e aos visitantes a presença do Governo do Estado na solução de problemas, (caótico trânsito) na cidade de João Pessoa.
A entrevista convocada pelo secretário de Estado do Meio Ambiente, dos Recursos Hídricos e da Ciência e Tecnologia, Francisco Sarmento foi esclarecedora para a população. Ele desmontou um a um os argumentos do prefeito da Capital: Mais que isso, mostrou que o prefeito já não tem o mesmo conhecimento do que passa na Administração Municipal. Seguramente, Ricardo Coutinho, não cometeria o equivoco de dizer que o Governo do Estado não tinha projeto nem licença ambiental se não estivesse desinformado.
Outra explicação (que não seja a desinformação do prefeito) pode ser encontrada nas companhias adotadas nos últimos meses e, em particular, Efraim Morais e o partido do Demo. Coutinho partiu para “endurecer e perder a ternura” e entrou no jogo da mais baixa e desprezível picuinha. Ao mostrar que o vice-prefeito tinha conhecimento do projeto desde outubro e exibir a licença ambiental, Francisco Sarmento devolveu para Coutinho a frase. “Isso é desespero, nós não estamos mais no tempo do eu quero, posso e mando”.
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
DE VOLTA AO COMEÇO
O encontro entre o pré-candidato Cícero Lucena e o ex-governador Cássio Cunha Lima trouxe alguma novidade. O ex-governador, em princípio, insistiu na tese da “união das oposições”, mas, a partir de algumas ponderações feitas pelo senador e candidato peregrino, pediu tempo para reflexão “necessária e inadiável”. Lucena realizou uma exposição de motivos para a manutenção de sua pré-candidatura, a partir das premissas relatadas abaixo:
– Companheiro Cássio, permita-se ouvir outro que não você mesmo. Quero apenas elencar alguns pontos para reflexão e gostaria que analisasse o quadro a partir dessa perspectiva:
1º) Minha candidatura ao Governo é importante para o projeto nacional do PSDB e para a eleição de José Serra;
2º) A importância de minha candidatura, no plano local, deve receber atenção em termos de logística por parte da direção nacional,
3º) A logística seria suficiente para levar, no mínimo, a minha candidatura ao segundo turno, conduzi-lo (Cássio) ao Senado e para manter o número de deputados federais e estaduais;
4º) Com a vitória na eleição para Governo do Estado, todos seriam acomodados (inclusive os que obtivessem insucesso eleitoral);
5º) Em caso de derrota para José Maranhão, o jogo estaria zerado. Você (Cássio) estará eleito senador. Maranhão não pode mais ser candidato ao Governo do Estado, o que facilitaria a sua volta (Cássio) em 2014. Ricardo Coutinho dificilmente será candidato em 2014 sem que tenha um mandato (ele é muito frouxo para isso). Veneziano, mesmo que eleito senador, entraria como concorrente em plano de igualdade. Dois blocos, duas candidaturas em 2014.
O ex-governador ponderou que muitos já haviam “vazado” para os braços de Coutinho, inclusive com incentivo seu. Que não seria correto abandoná-los.
– E o senador Efraim Morais, peça importante no nosso esquema, como ficará?
Cícero falou mansamente:
– Ninguém foi totalmente. Veja o caso dos deputados Zenóbio Toscano e de Ludugério (PDT). Ambos enviaram suas senhoras para as hostes socialistas. Nada de definitivo. Ludugério ainda garantiu uma candidatura, para o caso do PDT decidir-se por compor com Maranhão. Quanto ao “pit bull” (eterno suplente) pode até conseguir ser eleito, agora como socialista, e nós podemos ajudá-lo logisticamente para isso.
Com relação ao senador Efraim Morais deixo para reflexão o seguinte: ele é muito instável, profundamente volúvel. Seguramente saberá decidir e conseguir um bom motivo para deixar ou ficar onde está. Ele é muito bom em mudar para ficar na mesma. Ele é escolado no Dem (antigo PFL) e saberá com maestria distinguir o local de sua participação. Eu acho que ele vem no outro dia do anúncio da nossa união.
O silêncio tomou conta do ambiente. Cunha Lima olhava sério para Lucena. Aos poucos foi abrindo um sorriso e, com dedo em riste disse:
– Companheiro, se a logística do PSDB nacional vem, empatamos o jogo já no primeiro turno. Maranhão não terá fôlego para disputar nada em 2014. Pra que encher a bola de mais um para disputar o Governo do Estado no ano da Copa no Brasil. Seremos novamente PSDB contra PMDB. Em todo o caso, preciso de tempo para reflexão. O Natal e Ano Novo será um bom momento.
A reunião estava encerrada. Os velhos amigos pareciam ter reencontrado o companheirismo de velhas jornadas. Apertos de mão na despedida, sorrisos no rosto...
Toda a trama acima é ficção com base na realidade
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
Festa da Imprensa
Fase Demo!!!
Fase Demo!!!
A trajetória político-sindical do prefeito Ricardo Coutinho é realmente surpreendente. Na fase sindicalista/pré vereador era taxativo contra as alianças, inclusive com o PC do B, que considerava um partido oportunista. Depois veio a fase vereador, onde já admitia um leque de partidos de esquerda, incluindo PC do B, PCB, PDT, PSB, com algumas reservas.
Na fase deputado, Ricardo Coutinho dividia os partidos em dois grupos: os de centro-esquerda incluindo o PMDB e os oligarcas e de direita, onde estavam ancorados o PSDN e o PFL (hoje Dem). Esta fase se estendeu ao pleito para prefeito da Capital, quando buscou apoios de peemedebistas para desbancar a oligarquia em João Pessoa.
Agora, na fase pré candidato a governador, Ricardo entra na fase maniqueísta, ou seja, já não existem partidos nem de direita nem de esquerda. Existem apenas os que defendem a sua candidatura e um projeto (que ainda não foi sequer esboçado) que une os velhos oligarcas contra os antigos companheiros.
Deixa o mago filosofar!!!!
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
A voz e a caneta do Dono
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
A noite do Fest Aruanda e as promessas culturais eleitorais
O filme de estréia quase não começa. Os discursos quase castristas proferidos pelo organizador e idealizador do evento, professor Lúcio Vilar, Prefeito de João Pessoa, Ricardo Coutinho (PSB), Reitor Romulo Polari e Governador José Maranhão (a ordem está posta pelo tempo que discorreram feitos e promessas) fizeram atrasar ainda a exibição do filme de estréia do Festival.
A julgar pelo que foi prometido, a Paraíba poderá ter o cenário cultural ampliado em zilhões de vezes: escolas de música, de talentos (?), auditório de médio porte, com capacidade para mil e 200 lugares (para apresentação de bandas e sinfônicas) fizeram parte do leque de possibilidades culturais para o próximo ano.
O governador José Maranhão, ao informar da plena recuperação do Cine Banguê (abandonada na gestão Cássio Cunha Lima), bateu com luvas de pelica a cara dos que propagam uma aliança redentora das oposições para o Estado. Mas também não deixou de fazer promessas, como candidato a reeleição.
No entendimento de muitos, basta que os propalados Fundos de Incentivo à Cultura funcionassem para que a produção cultural do Estado fosse ampliada e, sobretudo, divulgada. O que se diz neste final de ano não conta muito, afinal de contas, em vésperas de eleições, o céu é o limite para efeito de promessas. O que a população deve levar em consideração os orçamentos destinados à cultura em momentos imediatamente posteriores aos anos eleitorais.
Contabilizados os investimentos em anos “comuns” podemos ter uma idéia do falastrão que alguns costumam ser. Eis um bom exercício para críticos e jornalistas do setor cultural paraibano.
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
PSB enfrenta carência de lideranças na PB
Ao estabelecer tempo para PSDB e DEM, Edvaldo Rosas estava inviabilizando inclusive a disfarçada diferença divulgada do deputado federal petista, Luis Couto, com os partidos de oposição visceral ao Presidente Lula. No plano local, os socialistas ainda precisavam de tempo para aplacar divergências como as do vereador Bira, que tentando não passar de sombra, declarou ser contrário a uma aliança com os tucanos na Paraíba. Hoje, domesticado, Bira admite alianças até com os “companheiros” do Dem. A sorte do PSB é que existe Nonato Bandeira para falar, pensar e agir. Ele consegue ser ao mesmo tempo, Chefe de Gabinete, Secretário de Articulação Política, de Comunicação e porta-voz credenciado do PSB, mesmo integrando o PPS.
Como o inconveniente do estabelecimento do prazo foi percebido e o governador cassado, Cássio Cunha Lima (CCL) não sustentou (como em ocasiões passadas) pronunciamentos agendados as emissoras de rádio do Estado, sobre o apoio do tucanato à candidatura Coutinho, Bandeira fez papel de extintor no incêndio provocado pelo vice-presidente do PSB paraibano. Nonato contradisse Rosas em rádio local e deu mais tempo as lideranças do PSDB. De fato, o “inteligente e carismático” vice-presidente do PSB, Edvaldo Rosas, determinou data e hora para uma definição dos “companheiros” do DEM e do PSDB sobre a “aliança das oposições” na eleição de 2010.
Coincidência ou não, as entrevistas agendadas por CCL foram desmarcadas após naufrágio das expedições capitaneadas pelo deputado Ruy Carneiro ao senador e pré-candidato ao governador, Cícero Lucena. A indicação do vice, por exemplo, já foi descartada pelo senador tucano por mais de uma vez. Também foi descartada a facilitação de seu retorno à Prefeitura de João Pessoa já nas próximas eleições. Para tanto, Cícero teria apenas que concordar com a união das oposições em favor de Ricardo Coutinho como candidato ao governo do Estado.
Cícero viajou para a China e Cássio Cunha Lima teve que recolher os discursos preparados e deixá-los na gaveta, amarelando. Como não conseguiu convencer o senador peesedebista partiu para São Paulo para mais uma rodada de conversas com a cúpula do tucanato nacional. A esperança era reverter a confiança em Lucena bafejando algumas vantagens no apoio ao Prefeito de João Pessoa. Mas, o tucanato-mor só aceita iniciar a conversa quando Ricardo Coutinho declarar apoio a José Serra ou qualquer outra candidatura do PSDB.
Ainda bem que no governo Ricardo Coutinho existe Bandeira. Sem ele quem seria o pensador, articulador político, porta-voz? Nomes como os de Edvaldo Rosas, Estelisabel Bezerra, Antonio Barbosa, Luciano Agra, Bira, Alexandre Urquiza, etc, poderiam ser lembrados. Sinceramente, a única solução coerente para substituí-lo é competente rádio escuta, Humberto Alexandre.