Vejam o que representa a Mobilidade Urbana da Prefeitura Municipal de João Pessoa, sob comandos do prefeito Luciano Agra, planejamento de Estelizabel e Emlur dirigida por Coriolano Coutinho: mato na calçada e entulho impedindo o tráfego de pedestres e automóveis. A rua Comp. Agustin Lara, exposta no vídeo, está situada no bairro do Cristo. Nem praça, nem mobilidade. Lixo e entulho.
terça-feira, 21 de fevereiro de 2012
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
Trabalhadores de serviços gerais de empresa terceirizada da Universidade Federal da Paraíba desempenham funções de servente de pedreiro e de pedreiro sem que seus salários correspondam aos pisos salariais da categoria. Creio que esta é uma violação aos direitos trabalhistas. O Ministério Público Federal bem que poderia atuar e autuar os responsáveis pela transgressão trabalhista na Universidade de Rômulo Polari e dos seus candidatos a reitor Lúcia Guerra e Creão.
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
Veículo do Governo do Estado em frente a uma importante escola de idiomas de João Pessoa, situada na Avenida Ruy Carneiro, às 15:30h , do dia 08 de fevereiro de 2012. Como o automóvel pertence a frota da Emater, como mostra a logomarca na porta, imagina-se que tenha ido tratar de umas das especies de algodão colorido ou de alguma variedade de vegetal em estudo pelo órgão
domingo, 29 de janeiro de 2012
Estigmas e candidaturas à PMJP: sobre os currículos de Estelizabel e Nonato Bandeira junto aos Movimentos Sociais
A prática política do grupo liderado pelo governador Ricardo Coutinho sempre foi marcada pela imposição de estigmas: “fulano é ladrão, de direita, conservador” (usado em muitos casos para identificar os oponentes) e “nossa candidato(a) vem dos movimentos sociais” (fartamente empregado para enaltecer os seus). Nesse momento tentam guinar a candidata até então escolhida, jornalista Estelizabel Bezerra, como pertencente a uma casta de devotados ao bem comum. O problema é que o currículo da moça é muitíssimo limitado, por exemplo, se comparamos com o outro postulante à indicação da base aliada, o também jornalista Nonato Bandeira.
Primeiro, vamos ser corretos: a inteligência de Bandeira supera em muito as da sua oponente, seja no plano político, no acadêmico ou mesmo profissional. Não há como comparar. Se não fosse assim, o trabalho feito por Bandeira teria sido feito por Estelizabel. O articulador político que juntou os partidos e seus donos na “base aliada”, o responsável pela imagem do deputado Ricardo Coutinho, do prefeito e da Prefeitura de João Pessoa por quase duas gestões foi Nonato Bandeira. Enquanto isso, qual a atividade de Estelizabel que pode ser destacada para esta mesma fase? Participação no Caso Cuiá, avanços ilegais em Zonas de Preservação (como no caso do loteamento do José Américo), entre tantos outros que devem pipocar até as eleições. Estelizabel sujava o que Nonato tinha que limpar, para efeito de opinião pública. (ver documentos publicados no link http://telaarana.blogspot.com/2010/10/telarana-divulga-documentos-que.html)
E, se lembrarmos das fases anteriores a atuação nas gestões Ricardo Coutinho na Prefeitura ou no Governo do Estado, qual a participação de cada um? Como contribuíram com os Movimentos Sociais? O que defendiam desde a passagem pelos bancos da Universidade Federal da Paraíba? De Estelizabel é possível lembrar a vida mansa, embaixo dos pés de castanholas do antigo Departamento de Artes e Comunicação. Nas mesmas datas Nonato Bandeira se destacava como liderança estudantil, um dos mentores da autogestão no Centro Acadêmico do Curso de Comunicação Social e um dos grandes articuladores do Movimento Estudantil da Paraíba.
Na luta pelos interesses estudantis, Bandeira atuou decisivamente em alguns embates com o grupo Viração (PC do B), fortíssimo adversário no Movimento Estudantil. Entre as ações de maior visibilidade se pode extrair o caso Prac, caracterizado pela gratuidade do Restaurante Universitário à comunidade estudantil. Essa luta rendeu um processo na Justiça Federal que infernizou a vida de aproximadamente 25 estudantes, entre os mais destacados (sem querer ser desprestigioso com os demais integrantes) estavam Nonato Bandeira, Luiz Henrique e o hoje ator da Globo, Beto Quirino. Ato contínuo, o reitor eleito Antônio Sobrinho decreta a gratuidade dos serviços do Restaurante Universitário. Novamente ponto para Bandeira, já que a página dedicada por Estelizabel aos Movimentos Sociais, na mesma época, permaneceu em branco.
Ainda como estudantes de jornalismo é possível identificar outras incursões de Bandeira e as ausências de Estelizabel pelos Movimentos Sociais: vale lembrar a luta pela melhoria dos cursos de comunicação (em especial o de jornalismo) de todo o país. Nonato Bandeira, também nesse quesito, foi figura de proa conduzindo alguns debates e propondo algumas pautas nos Encontros Nacionais de Órgão Laboratoriais (Enol) que contribuíram significativamente para a melhora dos cursos de jornalismo. Nas mesmas datas, o que fazia pensava ou produzia Estelizabel no seio dos Movimentos Sociais? Novamente temos uma página em branco em sua história.
Imediatamente concluída a passagem pela Universidade pelo Movimento Estudantil, Nonato Bandeira focou o Sindicato dos Jornalistas. As discussões sobre as condições de trabalho e de salários levaram a uma mobilização da categoria sem precedentes. Bandeira também foi destaque nas discussões e nas ações que conduziram à uma greve inédita e jamais repetida dos jornalistas. Por 16 dias os jornais paraibanos nutriram-se quase que exclusivamente de releases e de informações provenientes das Agências de Notícias. Na luta pela direção do Sindicato dos Jornalistas, Nonato criou o grupo “Querubins”, integrado por “focas” (iniciantes) dos jornais locais e lutou pela hegemonia do Sindicato. Bons tempos, saudáveis discussões e embates. Na mesma época, do outro lado do corner, impávida, Estelizabel e sua folha de contribuição permanecia branca, iniciando um leve amarelar pela ação do tempo.
Passadas as refregas com as direções dos jornais locais por melhores condições de trabalho e de salário, Nonato Bandeira se destaca como editor de alguns jornais. Sua atuação principal deu-se com os artistas locais. Os cadernos de cultura dos jornais onde atuou (Correio da Paraíba, O Norte e A União) pareciam ilhas de bom gosto dentro dos limitados conteúdos das demais editorias (política, polícia, esportes, etc.). Creio que os agentes culturais que atuavam nesta época podem atestar os espaços e o trato dos cadernos de Cultura editados por Nonato Bandeira.
Maduro e calejado pelas passagens no mundo do Movimento Estudantil, Sindical e profissional, Nonato Bandeira investe na Associação Paraibana de Imprensa -API. Eleito num movimento empolgante, sobretudo pela participação animada e aguerrida do baixo clero da imprensa, Bandeira aporta no Terraço da API um dos recantos de acolhida do Movimento Cultural. Shows musicais, recitais de poesias e uma infinita participação nas discussões mais gerais que clamava pela participação da API foram levadas a efeito. A sede da Associação Paraibana de Imprensa teve seus momentos de casa lotada, de efervescência político-cultural.
Para ser justo, nesta mesma época Estelizabel passou integrar o setor de cultura do Sesc, importante espaço de atuação cultural da cidade, comandado pelo jornalista Chico Noronha. Mas o papel de Estelizabel era secundário, de coadjuvante, como figura de popa e de pouco e efetivo destaque. Também integrou o Movimento de Mulheres, integrando a ONG “Cunhã: coletivo feminista”. Igualdade de tratamento de oportunidade para as mulheres eram algumas das causas defendidas. O direito das mulheres decidirem sobre seu próprio corpo (a luta pela legalização ou descriminalização do aborto) era a principal palavra de ordem de Estelizabel Bezerra. Não há como negar que era e continua sendo causa de alcance social, justamente quando sabemos que muitas mulheres morrem em virtude de abortos clandestinos realizados em garagens e clínicas de fundo de quintal. Descontadas as devidas proporções, Estelizabel marca ponto nesta luta.
O que não se admite é inflar a passagem de Estelizabel pelos chamados “Movimentos Sociais”. Sobretudo quando comparamos a passagem de Bandeira também pelos Movimentos Sociais. O que vale para a escolha do candidato não é o currículo vitae nos movimentos sociais. O que importa para Ricardo Coutinho é ter um “capacho prá chamar de seu” (plagiando Rubens Nóbrega). Neste quesito Nonato Bandeira perde feio, como perdeu na indicação como vice-prefeito na chapa do atual governador.
A capacidade de resignação de Bandeira é grande, mas não sei se esta segunda punhalada nas costas estará cicatrizada após a batida do martelo. Sobretudo porque Bandeira foi homem de confiança para gerir a imagem do ex-deputado, ex-prefeito e atual governador e de seus governos. Teve carta branca para buscar alianças entre partidos, amenizou o azedume que Ricardo Coutinho gozava com os empresários de comunicação do Estado, parecia ser um bom e fiel amigo. Mas, não serve para ser prefeito, segundo Ricardo Coutinho. Não serve porque não se dispõe a ser capacho, melhor dizendo.
Enquanto a disputa parece amena e com a possibilidade de mais uma vez presenciarmos a resignação de Nonato Bandeira, um silêncio tumular dos velhos e novos “companheiros” jornalistas campeia em terras Tabajaras. Onde estará o companheirismo de colegas como Ruth Avelino, Agenilson Santana, Ednaldo Granadinha, Fernando Moura, Lívia Karol, entre tantos outros na defesa da candidatura de Nonato Bandeira à Prefeitura de João Pessoa?
domingo, 28 de novembro de 2010
MP dá a senha: demissão de 30 mil funcionários estaduais
Não é possível que seja intencional ou combinado o agendamento da demissão de 30 mil funcionários públicos estaduais. O Ministério Público (MP) é uma instituição séria e não se passaria a realizar este capricho para atender aos anseios do governador eleito Ricardo Coutinho. Independente da seriedade que os cidadãos dispensam ao MP é estranho que alguns de seus integrantes tenham, neste momento, sinalizado para a demissão de um contingente tão grande de não concursados do serviço público. É o mesmo que dizer que a Instituição foi inoperante nas duas últimas décadas quando o assunto é contratação sem o amparo do concurso público.
Mesmo sem acreditar que foi tudo combinado para aliviar os efeitos negativos que a demissão de um número tão acentuado de pessoas possa gerar, a senha foi muito bem aproveitada pelo governador recém eleito, Ricardo Coutinho. De fato, o agendamento do tema está estabelecido desde que o Procurador Oswaldo Trigueiro sugeriu ao governador Maranhão a dispensa de 30 mil destes funcionários sem amparo legal.
Mas, a indicação de demissão de forma simplista e sem que seja atribuída a proibição para novas contratações só facilitará ao novo governador substituí-los por uma nova leva de subalternos mais “integrados” à nova forma de administrar. Foi assim que aconteceu com a Prefeitura Municipal de João Pessoa e será desta forma com o Governo do Estado. A demissão estará justificada se não houver novas contratações. Se essa cláusula for estabelecida a agenda imposta pelo Ministério Público ganhará ares de seriedade. Do contrário será apenas uma senha para justificar a demissão de cerca de 30 mil destes integrantes do serviço público.
Vereador do Pagode – O frisson desencadeado pela sugestão de demissão dos funcionários do Estado pelo MP foi tão festejado que o vereador Bruno Farias, que propalou a célebre frase “ele não entra no meu pagode, não foi convidado”, arvorou-se em sugerir que a responsabilidade caberia ao Governador José Maranhão. Em seguida e mesmo estando a sua declaração gravada em vídeo, tentou desconversar e refazer a bobagem que havia proferido. Sugeriu que suas declarações faziam referência aos que não trabalham.
Para demitir ou dispensar do serviço público um funcionário não estável, não necessita que o MP diga o que tem que ser feito. Mas, não estranhe. Como o vereador Bruno Farias tem fama de tentar impedir que entrem em seu pagode sem ser convidado, para depois permitir que este não convidado não só entre como tome a cerveja mais gelada e diga a música com a qual ele deve dançar.... bateu pino.
Informações dos portais publicadas na semana davam conta que o governador eleito iria “fazer o possível para não demitir 15 mil funcionários”. Como se percebe, demissões ocorrerão, independente de haver ou não novas contratações. Neste domingo, dia 28 de novembro, um dos integrantes da equipe de transição, Walter Aguiar, sugere “conversa” com integrantes do Ministério Público sobre a questão das demissões sugeridas.
Ao mesmo tempo, os deputados também passam a discutir o assunto em plenário. Tudo caminha para uma justificativa assentada e imperiosa para o novo governador. Ricardo Coutinho, com base na conversa entre integrantes da equipe de transição e MP, nos debates entre parlamentares na Assembléia Legislativa e ainda no modo “republicano de governar”, passará a caneta e demitirá, talvez não 30 mil, ou 15, mas os últimos contratados do governo Maranhão. Estarão isentos das demissões os contratados no período Cássio Cunha Lima I e II, já que poderiam ferir os brios do ex governador.
No entanto, os 15 ou 10 mil demitidos abrirão caminho para as novas contratações, desta vez com o perfil mais “republicano” e mais engajado com a nova administração. O MP, seguramente, não perceberá a efetivação dessas substituições e, quem sabe, num futuro próximo, apontará a necessidade de demissões no serviço público estadual. A senha novamente se converterá em agenda e tudo recomeçará a ser discutido, sem que o problema seja efetivamente resolvido. Mas o governante de plantão terá tempo suficiente para alojar os seus, substituindo contratados precariamente por uma nova leva de ávidos cidadãos que buscam engordar o orçamento familiar.
sábado, 20 de novembro de 2010
O ca$o Cá$$io Cunha Lima no STF e a sua vida de Playboy
A palavra final do Supremo Tribunal Federal(STF) sobre a aplicabilidade da Lei da Ficha Limpa poderá ser uma ótima oportunidade para os paraibanos saberem como alguém custeia seu estilo de vida. Quase dois anos depois de cassado, o ex governador Cássio Cunha Lima continua a exibir sua vida de playboy, quer em demoradas viagens pelos EUA, quer em incursões por São Paulo e Brasília. São dois anos vivendo das economias feitas durante longos anos de trabalho e agora arcar com o milionário pagamento das bancas advocatícias em plano estadual e nacional.
Vida custosa, com gastos republicanamente pouco explicáveis (diria o governador eleito) para um agente público que “não trabalha” há quase dois anos e, mesmo assim, consegue contratar alguns dos advogados mais caros do Estado e do país para tentar reverter o desfavorável quadro de sacá-lo da lista dos fichas suja que barrou alguns caciques da política nacional nas eleições 2010.
Não é um caso exclusivo esse do ex governador Cunha Lima. Mas, ele impressiona porque, como é sabido, não possui outras fontes de renda – quer como empresário, industrial, advogado ou mesmo integrante do serviço público federal, estadual ou municipal – para explicar a vida nababesca que leva nos momentos de estio eleitoral ou revés judicial.
Por analogia é possível afirmar que as bancas advocatícias à disposição do ex-governador Cássio cobram cifras altas para desempenhar ações tão importantes. Tais valores cobrados mensalmente por alguns desses advogados na prestação de serviços ao Governo do Estado e suas autarquias ou Prefeitura Municipal - em determinados casos - estiveram fixados em custos superiores a 10 mil reais mensais. Para a importante missão de salvá-lo da condenação de ficha suja, os causídicos devam cobrar honorários semelhantes ou superiores.
Se o cidadão observa esses detalhes de gastos no plano nacional, a coisa é mais complicada. Nesta esfera, os defensores que gozam de reputação operam nestas causas com tarifas bem acima das praticadas pelos integrantes das bancas advocatícias estaduais. Isso reforça a analogia de que os gastos, com todas as formalidades processuais que envolvem caso tão importante (viagens, papelada, estudos de aplicação das leis, recursos os mais diversos), projetam uma ação milionária.
De onde vem tanto dinheiro? Da pensão vitalícia como ex-ocupante do cargo de Governador de Estado? Sinceramente é difícil explicar ou justificar. Só se os causídicos, no plano estadual ou nacional, estiverem trabalhando de forma gratuita, despretensiosa e altruísta. Do contrário e fazendo analogia com outros servidores públicos federais, cujos salários se aproximam dos vencimentos de um governador da Paraíba, é possível afirmar que as contas não batem.
Inexplicavelmente alguns recentes integrantes de cargos de confiança passam a adotar padrão elevado, muitas vezes superiores aos que seus vencimentos podem proporcionar. Isso é que faz do serviço público um espaço didático sem precedentes: moradias amplas e caras, automóveis impressionantes entre outros sinais de ascensão social mais que aparentes dão a tônica. Em breve poderemos ter um desses gestores públicos indicados para o Prêmio Nobel de Economia.
terça-feira, 16 de novembro de 2010
Luiz Couto: segurança pública do estado não é sua prioridade
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| PB: muito crime para pouco Sherlock |
Couto sabe que essa é uma área difícil e, em entrevista ao WSCom, descartou qualquer possibilidade de assumir a pasta da Segurança Pública. Ele ainda argumentou que existem pessoas mais preparadas para o cargo. Parece uma atitude despretensiosa, mas a falta de compromisso para uma área que parece entender. Mais: o deputado dá a entender que a partir de janeiro teremos uma polícia eficaz e que os paraibanos podem despreocupar de carros estacionados em lugares públicos, dos seguranças privados para a vigilância das casas, do ir e vir dos filhos dos colégios ou locais de diversão, etc.
O termo “parece dominar” remetido ao deputado Couto, é bem verdade, traz consigo embutido uma dúvida. Mas, explica-se. Ele nem sempre deu bons sinais de compreensão para com questões de Segurança Pública e em pelo menos um caso sua atuação foi desastrosa. O leitor deve lembrar de uma visita que Luiz Couto realizou a uma fonte de informação sobre grupos de extermínio na região do Conde e Alhandra, juntamente com uma figurona internacional dos Direitos Humanos. O parlamentar fez questão de alardear para a imprensa a visita da autoridade internacional e, com seus guarda costas da Polícia Federal, fez questão de levá-la para “dialogar” com a testemunha.
Pouquíssimo tempo depois o autor das denúncias visitado por Couto e pela figurona dos Direitos Humanos foi assassinada. Não dispunha do mesmo aparato protetor nem os mesmos guarda-costas fornecidos pelo Governo Federal, muito menos da Secretária de Segurança da gestão Cunha Lima, o filho. No afã de exibir o problema, o deputado integrante da Comissão Nacional esqueceu que o procedimento mais indicado para o caso era o anonimato da fonte. Couto nem sequer apelou para o serviço de proteção a testemunha e o resultado é sabido, embora pouco comentado. Um desastre.
De todos os modos é importante saber a importância que Luiz Couto dispensa a Segurança Pública do Estado, ao recusar-se, por antecipação, a um possível convite do governador eleito, Ricardo Coutinho. Por enquanto o placar é de vantagem para a insegurança. Mas, é importante ressaltar que também o futuro governador não fez o convite, o que deixa a situação da Segurança Pública ainda a descoberto.
Bandidos não esperam. O cidadão não pode esperar. Couto e o governador eleito serão responsabilizados por tudo que aconteça no campo da Segurança Pública. O primeiro por recusar-se a contribuir assumindo a pasta, o segundo por ser o comandante em chefe. Um e outro por terem feito os paraibanos acreditarem que viveriam seus melhores momentos de paz no reino dos homens da pequena Paraíba.
sábado, 13 de novembro de 2010
O crime eleitoral compensa?
As eleições para Governo do Estado expuseram uma série de práticas abusivas que podem ser consideradas crimes eleitorais. Algumas, inclusive, foram mostradas em vídeo e com som audível. Na gravação, Deusdete Queiroga, superintendente da Emlur, autarquia da Prefeitura Municipal de João Pesso, tenta viabilizar a compra de duas mil passagens de ônibus com os destinos acertados para a cidade de Campina Grande e região do Cariri. A conversação entre comprador e intermediário da venda dos bilhetes deixa claro o nome da empresa e o modus operandi da transação.
A inexistência de investigação sugere ao cidadão atuações de gestores públicos em transações de caráter duvidoso é absolutamente normal e a possibilidade de incursões em crimes eleitorais lucrativa. Sobretudo se este gestor permanece à frente de uma autarquia que trabalha com inexistência de licitação para a coleta de lixo da Capital paraibana. Um negócio nebuloso que envolve umas poucas empresas coletoras de resíduos e duas gestões a frente da Prefeitura Municipal de João Pessoa: a dos ex-prefeitos Cícero Lucena e Ricardo Coutinho.
O diálogo é esclarecedor para muitos aspectos que poderiam ser observados pela Justiça e, sobretudo pelo Fisco estadual. Isso porque, como está implícito no diálogo da compra dos bilhetes, envolve hábitos que devem suscitar investigação fazendária sobre o modo frouxo de contabilidade por parte de concessionárias de transporte público. Senão vejamos:
- Deusdete Queiroga: E aí eu queria ver o seguinte, rapaz: a gente tá pensando em ver se já consegue comprar umas passagens para Campina e aquela região de Monteiro...Aí eu queria ver se você fazia...dava uma conversada lá, com ele... sei lá se a gente podia pensar aí João Pessoa Campina... umas 2 mil passagens, né?... A gente tem como comprar e entregar,porque tens umas empresas que só querem vender se der o nme e CPF e tal, mas no caso da Real tá tranquilo?
No entanto, no diálogo travado entre o superintendente da Emlur, há um detalhe ainda mais interessante, ou seja, o transporte de valores em espécie e sem declaração: “Agora olhe, se você precisar de mim para fazer aquele transporte de dinheiro, eu ando assim”, expõe o interlocutor. Deusdete esclarece que transporte de dinheiro, só seria visto mais tarde e que naquele momento estava mais preocupado com o transporte de pessoal e com a compra de passagens. Em seguida garante que vai “ver” e que “se precisar, liga”.
Todas as pistas para uma investigação estão dadas, quer sobre as operações da empresa Real, quer sobre a atuação do gestor da Emlur no tocante a volumosa compra de bilhetes de ônibus, quer sobre a possibilidade de vir a necessitar de transporte de dinheiro. Uma investigação bem coordenada poderá esclarecer para que, para quem e com que finalidades a substancial e volumosa compra de passagens de ônibus, bem sobre as finalidades da possível remessa de dinheiro.
Advogados e mesmo o gestor terão a deu dispor uma vasta, interminável e caudalosa possibilidade de justificar o interesse em comprar tantos bilhetes. O deslocamento familiar é uma delas, mas Deusdete Queiroga não terá dificuldades em provar, por a mais b, que sua família é numerosa e, portanto, necessitava de dois mil bilhetes. Sobretudo porque a compra se efetivaria sem necessidade de identificação do passageiro ou eleitor.
A empresa Real poderá simplesmente dizer que não tratou da venda de bilhetes com ninguém e que não possui emissários para esta tarefa. Mas, como existe a gravação e nela estão contidos os detalhes da transação, não custa nada enviar uma força tarefa do Fisco para averiguar o incremento e as formas de venda da empresa concessionária de transporte público.
Se o Ministério Público e o Fisco não investigarem com profundidade todas as questões que transparecem na gravação exposta no blog do Dércio (que mostra o superintendente da Emlur acertando a compra de dois mil bilhetes da empresa Real) o cidadão pode ter a certeza de que vale a pena investir na prática e que elas compensam.
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
Denúncias de superfaturamento se avolumam na PMJP
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| Agra: mal fala, mal ouve, mal vê |
As recorrentes denúncias de superfaturamento por parte da Prefeitura Municipal de João Pessoa é algo que chama a atenção. Não sei se o Ministério Público tem sentido o amontoado de revelações feitas pela imprensa: material de informática, Fazenda Cuiá e a mais recente compra de livros. Por muito menos que isso, um grupo de técnicos e o senador Cícero Lucena tiveram, anos atrás, prisão decretada e acamparam no quartel da Polícia Militar de Mangabeira, após deflagrada a “Operação Confraria”.
O que difere os escândalos que originaram a Operação Confraria para as atuais denúncias envolvendo prefeito e técnicos da prefeitura da Capital? Pelo volume de dinheiro público envolvido nas transações duvidosas, nada. O silêncio tumular por parte de instituições responsáveis por zelar pela coisa pública só pode ser explicada se as investigações estiverem sendo aprofundadas. Os resultados devem, no mínimo, ser divulgados com a brevidade necessária exigida pelo cidadão.
Sobre as explicações aos cidadãos, é importante enfatizar que os gestores públicos municipais parecem esquecer que é uma obrigação que possuem com o público. Entende-se que o prefeito tenha alguns problemas de coordenação entre o que pensa e o que fala, que gagueje quando o assunto é mais delicado e, sobretudo quando as explicações são de difícil assimilação. Mas é para isso que existem profissionais (advogados e procuradores da PMJP e jornalistas – secretários e assessores)
No campo da diversidade e fauna política temos uma Câmara Municipal operando com a mínima qualidade de sempre: a situação que tenta desviar o assunto para outras esferas (inclusive para as que não têm competência) e a oposição em estado de complacência por falta de capacidade de operação e inteligência para tornar as denúncias em agenda para os próximos meses. Se bem articulado, os efeitos de um estudo mais acurado das compras e transações imobiliárias superfaturadas poderiam render ao presidente da Câmara Municipal alguns bons meses como prefeito. Este é o maior receio dos governistas: em função das denúncias e de suas comprovações, ver o prefeito apeado do cargo, a partir de uma posição com mais volume e unida na apuração dos fatos.
Enquanto os gestores públicos e políticos da Capital evitam proporcionar as explicações necessárias para os cidadãos, avolumam-se as denúncias de compra superfaturada, de desapropriação de terreno com preços muito superior aos valores de mercado praticados na zona mais valorizada de João Pessoa, o Cabo Branco e seu vizinho Altiplano, além de perceber que Zonas Especiais de Preservação estão sendo irregularmente transformadas, a pinceladas de canetas, em loteamentos para habitação.
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
Luiz Couto, "o cabra..."
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| Secretário de Segurança da Paraíba |
O governador eleito Ricardo Coutinho quer inserir a questão da violência pública na agenda do encontro com a presidente eleita, Dilma Roussef. Não é para menos. O tráfico de entorpecentes tem crescido assustadoramente no Estado da Paraíba, como de resto toda a classe de violência. Embora não existam estatísticas confiáveis a esse respeito, as apreensões de traficantes, os assassinatos nos centros urbanos de pequeno, médio e grande porte indicam que esse é um dos temas mais urgentes para os cidadãos paraibanos.
Ricardo Coutinho não deverá ter dificuldades para emplacar um secretário de segurança que concentra em seus discursos e sapiência demonstrada sobre violência (particularmente, sobre grupos de extermínio, prostituição infantil). O cara, “o cabra” (nordestinês) é o deputado federal, Luiz Couto, que não teria como recusar a uma solicitação do governador. A negativa a um chamado tão importante poderá soar como um descaso para uma área que parece dominar e que apontou várias falhas, quer nos governos Cássio I e II, quer nos Maranhão I, II e III.
Ricardo Coutinho, por sua vez, não terá como deixar de convidar Couto para a tarefa. A população paraibana necessita de alguém que demonstre, na prática, que pode resolver os problemas que apontou durante o exercício de seus mandatos legislativos, que faz da tribuna e dos noticiários uma caixa de ressonância a necessária segurança do cidadão e no combate à violência no Estado.
Ricardo e Couto, independente dos adjetivos e insultos trocados no passado serão cobrados desde o primeiro dia de governo pelo que podem e devem fazer pela segurança na Paraíba. E as missões para superar os problemas desta área são muitas e vão requerer também um plano para além das fronteiras do Estado. Neste quesito o Governador Eduardo Campos pode jogar papel preponderante, fechando as fronteiras do seu Pernambuco, sobretudo da capital, Recife – detentora de título de uma das cidades mais violentas da América Latina e a que possui maior índice de assassinatos entre jovens – com estratégias de segurança que impeçam a exportação da delinquência.
Com Luiz Couto como secretário de segurança, a Paraíba terá uma polícia mais cidadã, mais atuante e menos afeita a integrar, como já denunciara o próprio deputado federal petista, os grupos de extermínio (embora nunca tenha citado um único nome de envolvido). A prostituição infantil, área que tanto o governador eleito quanto Luiz Couto conhecem com profundidade (já que integraram CPIs em nível de João Pessoa, da Paraíba e Brasil) terá dias contados no Estado.
O governador eleito, com a efetivação de Couto também terá a colaboração direta da presidenta eleita, Dilma Roussef. Em breve, os paraibanos poderão dormir de portas abertas sem o perigo de ver entrar em qualquer horário do dia ou da noite algum bandido aloprado para levar pertences e vidas. Os jovens poderão sair de casa para os períodos de diversão cotidiana e retornarão aos seus lares sem que os pais se desesperem aguardando suas chegadas.
Comerciantes e empresários não terão mais os momentos de tensão: os que acedam às casas de vendas de produtos diversos, aos bancos e as lotéricas terão apenas como objetivo a compra, o pagamento desta ou aquela parcela (dívida) ou o sonho de tornar-se milionário com o acerto dos números das várias modalidades de apostas (mega-sena, quina, loto, etc.).
Os nossos filhos, os colegiais, poderão sair de casa sem a preocupação de terem usurpados os tênis, celulares, mochilas e bicicletas. Mas, o que é ainda mais importante: os aglomerados subnormais terão a volta da paz e da tranqüilidade. Traficantes serão varridos das nossas fronteiras e viveremos em harmonia, sem o preconceito que separa as classes sociais ou as etnias. Com Luiz Couto secretário de segurança, Ricardo Coutinho terá um expert no assunto e um fiel colaborador. Qualquer outro convite (a um desses deputados não reeleitos ou coisas do gênero) parecerá que o governador eleito não leva a segurança a sério.
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
As eleições brasileiras publicadas no EL PAÍS
Dia de todos os Santos na Espanha. Feriado nacional. A capa do jornal de maior circulação, EL PAÍS, destaca a foto da primeira presidenta eleita no Brasil, Dilma Roussef e menciona a vantagem de 12 pontos sobre o seu adversário no segundo turno, o Social Democrata José Serra. Parece pouco, mas não é. Na mesma capa em que Dilma ganha destaque em foto o jornal publica confronto entre o PSOE (Partido Socialista Obrero Español) e o oposicionista Partido Popular (PP): corte de gastos públicos, ampliação para a idade mínima de aposentadoria (de 65 para 68 anos) dão a tônica da reportagem sem fotografia.
No interior do jornal, duas páginas completas abrem a seção internacional do EL PAÍS. As eleições brasileiras cristalizam uma série de outras unidades informativas publicadas durante o ano. No mês de outubro, pelo menos dez grandes reportagens abordaram a disputa eleitoral e os problemas que o futuro presidente terá que afrontar, apesar dos avanços conseguidos nos oito anos de governo Lula da Silva. Na maioria destas unidades o tamanho variou, mas prevaleceu os destaques de página inteira e até duas páginas.
Inegavelmente, o presidente Lula deixa deixará o país com uma imagem internacional muito melhor. As referências sobre a violência e a desigualdade ainda ocupam espaços significativos nas páginas dos jornais espanhóis. Mas é visível que estas imagens negativas são cada mais escassas em se comparando com outros temas mais relevantes. O Brasil passa a ganhar destaque como referência na produção de energia e combustíveis (não só pelas descobertas recentes de jazidas de petróleo em águas profundas, mas também pelo uso do biodiesel, álcool combustível, etc.), na economia e nas relações internacionais.
Diferente das manchetes que, via de regra, estampam nas páginas dos impressos mais importantes do país, o caráter positivo das aparições do Brasil nas reportagens e notícias publicadas no EL PAÍS (ainda que em caráter provisório e superficial) nos anima a afirmar que o país é uma referência importante. Detalhe: os brasileiros souberam perceber e separar os interesses de grupos econômicos e ideológicos nas informações produzidas pelos grandes conglomerados de comunicação nacionais e os avanços conquistados no governo Lula e apontaram para a sua continuidade com Dilma Roussef.
Daqui, de ultramar, olhando de lugar frio e chuvoso, percebo que o Brasil é muito maior do que a imprensa nacional tenta fazer crer aos brasileiros. Sobretudo em períodos eleitorais e quando os interesses dos proprietários dos mais importantes meios de comunicação estão centrados no Estado de São Paulo e na riqueza de poucos em detrimento de muitos.
Tiririca internacional- A sisuda cara e o apelo ultra-conservador de José Serra, sobretudo em temas relacionados ao aborto e a religião contrastam com a aparição de Tiririca em terras del Quijote. Num breve comentário de dois parágrafos o articulista da seção internacional de EL PAÍS, Moisés Naím, trata a eleição do palhaço Tiririca como um sinal de consolidação democrática e um sinal claro da população em escolher personagens muito distante do estigma do político tradicional e lembra seus discursos mais badalados en castellano: “Yo no sé qué hace un diputado federal, pero si me eliges, voy al Congreso y te lo cuento. Quiero ayudar a la gente de este país, pero sobre todo a mi familia”.
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| Destaque em amarelo inserido pelo blogueiro |
Na Paraíba. A distância é grande, mas é importante registrar a vitória do ex-prefeito de João Pessoa, o socialista Ricardo Coutinho sobre o seu ex-companheiro de caminhada (até as últimas eleições estaduais), o peemedebista Zé Maranhão. Passada a refrega, é importante atentar para a formação do governo com a distribuição das secretarias. O eleitor saberá por volta do final de 2010 como as composições se efetivarão, já que a carência de parlamentares fiéis e/ou dependência de base sólida dos socialistas poderão fazer ressurgir figuras como Joácio Morais, Pedro Adelson, etc. A composição das pastas apontará os rumos do novo governo.
Até lá, os sentimentos republicanos exigem que uma série de fatos registrados até o dia da eleição sejam verificados. Sobretudo quando o assunto é a compra de 2 mil passagens de ônibus para Campina Grande e região do Cariri pelo superintendente da Emlur (Deusdete Queiroga) ou a milionária desapropriação de parte da alagadiça Fazenda Cuiá, passando pela denúncia de traficantes de drogas que detinha títulos eleitorais, como mencionou o governador eleito em entrevista.
A desapropriação dos alagados do Cuiá ganha reforço, principalmente depois do tom intimidativo que vociferou o prefeito Luciano Agra ao ameaçar quem insistisse no assunto. É fato que o terreno alagadiço desapropriado carece de amparo legal, segundo juristas experts no tema. O colunista Rubens Nóbrega publicou, inclusive, nota sobre o assunto. Para além das questões legais existem as de fundo moral: não é demais lembrar que o Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci), em laudo enviado e publicado por Nóbrega, deixou claro a excessiva superioridade de valores (prá não afetar aos ouvidos do prefeito) pagos pelo metro quadrado da localidade desapropriada.
A desapropriação dos alagados do Cuiá ganha reforço, principalmente depois do tom intimidativo que vociferou o prefeito Luciano Agra ao ameaçar quem insistisse no assunto. É fato que o terreno alagadiço desapropriado carece de amparo legal, segundo juristas experts no tema. O colunista Rubens Nóbrega publicou, inclusive, nota sobre o assunto. Para além das questões legais existem as de fundo moral: não é demais lembrar que o Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci), em laudo enviado e publicado por Nóbrega, deixou claro a excessiva superioridade de valores (prá não afetar aos ouvidos do prefeito) pagos pelo metro quadrado da localidade desapropriada.
Mas, até mesmo no entender de qualquer criança de 5º ano primário que esteja aprimorando o aprendizado das operações sabem que 2,5 é maior que 1. É só estabelecer o comparativo entre os valores pagos pelo metro quadrado do Altiplano Cabo Branco (onde se construiu o Estação Ciência) com o alagadiço do Cuiá. Simples.
"Mais fede". Registra-se na entrevista concedida pelo prefeito Luciano Agra ao Portal de Notícias WSCom, que agora existe um espaço reservado para um campus da Universidade Federal e que essa é uma antiga reivindicação. A UFPB já dispõe de terreno, mais central e valorizado, situado em Mangabeira.
A administração da UFPB tem, inclusive, registrado dificuldades em manter o espaço longe das ocupações (invasores), como havia dito o próprio reitor em uma de suas reuniões registradas no Centro de Ciências Humanas Letras e Artes. Também a tentativa de afirmar-se como criador de parques entra em contradição quando é sabido (com documentação já exibida) que Luciano Agra autorizou loteamento em Zona Especial de Proteção. Como se diz no popular “quando mais mexe, mais fede”
A administração da UFPB tem, inclusive, registrado dificuldades em manter o espaço longe das ocupações (invasores), como havia dito o próprio reitor em uma de suas reuniões registradas no Centro de Ciências Humanas Letras e Artes. Também a tentativa de afirmar-se como criador de parques entra em contradição quando é sabido (com documentação já exibida) que Luciano Agra autorizou loteamento em Zona Especial de Proteção. Como se diz no popular “quando mais mexe, mais fede”
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