terça-feira, 19 de outubro de 2010

Legalização da maconha e programas de Governo nas eleições 2010

A postagem que sugere exame antidoping para os candidatos a cargos eletivos e de “confiança” no serviço público despertou algumas ponderações por parte de leitores. Como a totalidade foi feita diretamente por email, vou resguardar nomes, mas expor a idéia central que me faz voltar a tratar da questão, que considero importantes para o debate eleitoral. Não há, da parte deste blogueiro, intenção de criminalizar o debate, mas de centrar a discussão em uma política anti-droga eficiente, capaz de reverter uma conjuntura de adversidade social, onde muitos jovens encontram-se inseridos  provocando a desestruturação de muitas famílias.
Neste contexto, é importante admitir que existem diferenças entre os vários tipos de drogas: álcool, tabaco, canabis sativa (maconha), ópio, cocaína, LSD, e as sintéticas (ecstasy e outras produzidas em laboratório). Até aqui entendo que as várias abordagens envolvem questões muito complexas para que os interessados com e nos problemas não travem o debate de forma simplista.
É com esta preocupação que transcrevo o teor de uma contestação à postagem do blog intitulada “Exame antidoping para candidatos ao Governo”:
“A diferença está numa razão simples,..., a droga altera o desempenho físico, dando vantagem atlética a que a usa. Não é o caso para os que concorrem a cargos públicos, ninguém vai correr uma maratona para ter que governar bem.
Sobre as droga, talvez a melhor resposta seja a liberação e o controle, como acontece com o álcool e o tabaco. Morre-se dos dois vícios, mas elimina-se o principal fator de violência, que é o tráfico.Abraço”
Antes de qualquer ponderação quero deixar claro que respeito a pessoa que postou-me este comentário por sua capacidade intelectual e pelo seu caráter. Trata-se de uma pessoa respeitosa e respeitada, apesar de, em muitos casos, não possuirmos os mesmos pontos de vista. Esse é um dos casos em que estamos em lados diametralmente opostos. A resposta ao comentário seguiu da seguinte forma:
“De fato, algumas substâncias podem favorecer alguns atletas e isso se configura uma falta a conduta ética. Mas, dizer que só altera a parte física é ingenuidade. Altera, dependendo da droga ou substância que use, processos cerebrais, a exemplo do álcool e do fumo (liberados legalmente). Mas,..., não dá prá colocar um adepto ou viciado em drogas em cargos de governador ou Presidente da República. Além dos limites éticos comprometidos pelo exemplo negativo, poderá ocorrer de facilitar a venda (tráfico) por parte de alguns em detrimento de outros, inclusive utilizando-se dos aparatos repressivos: é assim que as máfias funcionam. Além do mais,..., imagine a liberação do crack, do ópio, etc. São pesos diferentes que deveriam ser pensados quando comparamos álcool, fumo (cigarro), maconha, cocaína, crack, etc.” 
Admiro quem expõem seus pontos de vista com claridade e coragem. Creio que, sinceramente, esta é a forma de contribuir para o debate sobre questões sérias, como é o caso da legalização das drogas. Mas não concordo. Creio haver perigos e diferenças abissais entre essa ou aquela substância. Não se pode comparar o perigo que um jovem ou adulto está submetido quando prova um cigarro de maconha ou uma pedra de crack, uma dose de cachaça ou uísque ou uma carreira de cocaína. Creio que estas diferenças existem para além de considerá-las todas perigosas e que incidem diferentemente entre os indivíduos.
Coutinho defendia a legalização das drogas
quando parlamentar. E agora? Será que mudou?
Outra questão que merece atenção diz respeito ao jovem que se crê auto-suficiente e imune aos perigos do consumo do álcool, da maconha, da cocaína, do crack, etc. É, por si só uma decisão que merece ponderação e assertivas sobre os perigos e implicações que envolvem a prova ou o uso freqüente. Mas, seguramente, como país, homens e mulheres, não queremos sequer imaginar ver nossos filhos acorrentados ao vício de qualquer que seja a droga. Quem garante que a liberalização poderá reduzir o consumo? Nem mesmo em países que adotam flexibilidade para o uso destas substâncias houve queda no consumo, como é o caso da Holanda.
Mas, volto a afirmar que o debate é oportuno. Principalmente quando temos um candidato ao Governo do Estado que, em período recente se disse favorável a legalização das drogas. No seu depoimento deixa claro que concorda com uma ação de Estado que possa, inclusive, ver revertido em tributos/impostos parte do dinheiro da comercialização. Ricardo Coutinho (escute áudio clicando no vídeo abaixo), por exemplo, acredita que a legalização é a melhor forma de combater o narcotráfico. O debate está posto.
Quem é favorável a Legalização das drogas?  
video





24 comentários:

  1. Caro blogueiro, lendo atentamente seus escritos identifico o quanto vc é rodeado de ódio e rancor.

    Embora concorde com algumas de suas críticas a pontos específicos da gestão do ex-prefeito, percebo um exagero macro e uma vontade absurda de atingir a honra deste cidadão.

    Melhor do que eu, vc sabe o alcance que sua página tem, o que deveria lhe render, minimamente, respeito e atenção com nós leitores.

    Respeito sua posição contrária a minha. Não respeito, porém, a tentativa clara de interferir na opinião pública, maculando a imagem de uma pessoa.

    Outra coisa, o saudoso senador Jefferson Peres fazia uma defesa clara de que a legalização das drogas quebraria economicamente o narcotráfico. Digo porque ouvi a entrevista do então parlamentar numa rádio local. A opinião do ex-prefeito é clara quando avalia que a opinião do senador Jefferson precisa ser levada em conta num debate futuro.

    Nem se preocupe, não esqueci a procuração para defender este cidadão. Eu não a tenho!

    Uma última coisa, faltou colocar no perfil do Blog sua sanha desmedida de jogar o veneno da aranha na teia em um alvo único.

    Avance caríssimo...

    Érico Soares - Estudante de Ciências Sociais da UFPB

    ResponderExcluir
  2. Caro Érico,
    A questão central é se vamos ter o candidato defendendo a legalização das drogas, principalmente sendo ele um graduado farmacêutico sabedor das implicações que podem acarretar o uso de determinadas substâncias. Creio que o veneno a que você se refere deve ser o enfrentado por milhares de jovens que foram atraídos pelo "fascinante" mundo das drogas e da dor dos familiares na tentativa de recuperá-los. O senador falecido, Jefferson Peres, foi utilizado por Ricardo Coutinho para ilustrar a sua defesa da legalização das drogas. Resta saber se outras pessoas concordam com essa legalização. Eu, pessoalmente sou contra e deixo claro em minhas postagem. Nelas, você não encontra desrespeito e inverdades. Tudo que exponho o faço consubstanciado em argumentos e não uso da desqualificação, como você tenta fazê-lo, para macular a imagem de quem quer que seja. Ricardo Coutinho me conhece, da mesma forma que eu o conheço. Participamos de muitas reuniões em seu antigo apartamento dos bancários, planejando os incursões do Sindsaúde e de suas campanhas iniciais para vereador. Se quisesse macular a imagem de alguém, era só expor detalhes destas e outras reuniões.
    Fique em paz, mas não me peça para compartilhar a defesa da legalização das drogas.

    ResponderExcluir
  3. Fico me perguntando onde estão os ideais anárquicos deste bloqueiro enquanto estudante de comunicação e participante ativista do ME. Lembrando a ele que o coordenador da campanha de Ricardo hoje, é nada mais nada menos que seu grande companheiro de outrora... e que me vem na mente uma frase dita por eles, " os incendiários de hoje, serão os bombeiros de amanhã"! Ao que me parece ele continúa soltando fogo pela boca...
    Mais democracia é poder ao povo. E ao povo todo poder de escolher Ricardo. Nunca imaginei o sr. bloqueiro em defesa do velho e contra o novo...ou será que o velho te satisfaz? A questão das drogas é muito mais complexa do que sua simples legalização, avante no debate, nas questões do tráfico, na violência e no que for preciso...mais consciente que o melhor prá uns , nem sempre é o melhor para todos!

    ResponderExcluir
  4. Érico,
    Não confunda anarquismo com "permissivismo". Não sou e não vou defender a legalização das drogas para dizer que sou "novo", "progressista", ou qualquer terminologia eleitoreira. Pergunte ao seu candidato se ele mantém a defesa da legalização. Se ele disser que não,como eu, também será defensor do "velho"? Quer remeter esta pergunta para o candidato que "representa o novo" e comprovar? Será que ele tem a coragem de confirmar que defende a legalização das drogas? E há mais. Temas como o aborto, que defendo também é defendido por Ricardo Coutinho. Nessa questão e em outras tantas concordamos. Mas, sobre drogas, não. É disso que trata a postagem.
    Outra coisa importante, sou e continuo amigo dos amigos de sempre. Respeitamos os posicionamentos políticos adversos.
    No mais, recomendo-te que remeta as perguntas acima para Ricardo Coutinho, para saber se ele é, segundo você mesmo, o novo por defender a legalização das drogas.
    Fique em paz.

    ResponderExcluir
  5. Sr. bloqueiro, não sou Érico.
    Quando me referi ao Novo, não me referia a legalização das drogas e sim ao não continuísmo da política coronelista feita no nosso estado. Ricardo representa a mudança que todos nós queremos, com qualidade de vida e progresso para a comunidade que habita neste cantinho do Brasil.
    Em relação a legalização não saberia responder a posição do meu futuro governador, mais assim como Tota Agra (que Deus o guarde)e o Planet Hemp EU SOU A FAVOR DA LEGALIZAÇÃO! Democracia é isso!

    ResponderExcluir
  6. Meu caro comentarista. Perdão por havê-lo confundido com o Érico, que também postou comentário.
    Cada um interpreta o "Novo" como pode e quer. Fico feliz por sua decisão aberta em confessar-se defensor da legalização das drogas, assim como o candidato que defende.
    Eu continuo acreditando que defender drogas não tem nada a ver com o "Novo". Respeito,mas não concordo.
    Fique em paz.

    ResponderExcluir
  7. "Temas como o aborto, que defendo também é defendido por Ricardo Coutinho". Assim como vc defende a legalidade do aborto juntamente com o meu candidato, eu sou contra! E aí? O princípio da vida é viver e deixar viver....o principio da morte é uma escolha e usar drogas é uma escolha!
    Fique vc na paz!
    NA PAZ DE JAH!

    ResponderExcluir
  8. Caro blogueiro, agora sim é o Érico que escreve.

    Primeiro quero ageradecer pela destreza da sua resposta. Depois, peço que me perdoe se minhas filigranas a respeito do seu blog foram árduas.

    Vamos ao que interessa...

    A partir do instante em que o nobre emoldura a fala do Ricardo no quadro do senador falecido Jeffersonr Peres, o sr deforma o princípio da idéia que cada um apresenta diante do tema - que é em deveras complexo.

    O debate sobre as drogas está relacionado - ou pelo menos deveria - a questão da redução de danos. Onde a idéia de tratamento está condicionada a idéia que o próprio usuário tem sobre a sua liberdade de consumir ou não a substäncia em questão (alcóol, cigarro, maconha, crack e outras drogas).

    Durante esse processo eleitoral os dois principais candidatos ao governo da PB tem defendido a criação de clínicas para o tratamento de dependentes químicos.

    O candidato Ricardo Coutinho, especificamente, tem pautada seu debate na educação para garantir formação e ocupação para os jovens. E no quesito tratamento, sua proposta está relacionada a criação de leitos de desitoxicação nos hospitais, CAPS AD e nos centros de referëncia para dependentes.

    Observa-se, entretanto, que o debate sobre legalização das drogas ao qual o nobre insere um dos candidatos está fora da pauta dessa eleição. Tanto em nível nacional, quanto estadual os candidatos tem pautado esse problema como uma questão de saúde pública, quando não relacionada a qualidade da educação ou segurança.

    Num país onde os jovens somam a conta de 52 milhões de pessoas, e ao mesmo tempo são as maiores vítimas das drogas, sobretudo do crack, uma campanha política não poderia pautar uma agenda como essa, pelo menos da forma como o nobre sugere em suas linhas.

    O debate da descriminalização de algumas substäncias certamente será incluído na agenda política de alguma época. Que, se Deus, Jah ou Marx permitir, quero crer, não será essa.

    ResponderExcluir
  9. Uma última coisa que esqueci: "Antidoping para os candidatos ao governo". Insinuações levianas ou ironia desmedida?

    Avance Caríssimo!!!

    ResponderExcluir
  10. Meu caro anônimo (já diz muito de quem assim procede),
    Não faço insinuações, mas sugestão para que os candidatos (os dois, ambos, etc.) realizem um exame antidoping simples e eficaz. Não estou preocupado em quem possa dar positivo (se é essa a sua preocupação), mas fazer valer um acerto entre retórica de campanha (sobre violência, tráfico de drogas e tratamento) a atitudes. Volto a dizer que a preocupação com quem pode ser apanhado no exame positivo é mais sua que minha.
    Por fim,deixo claro que encerrei o debate contigo, já que jogas na sombra, não te mostras, não te assumes.
    Fique em Paz, sobretudo com sua consciência.

    ResponderExcluir
  11. Érico,
    Pautei e continuo pautando o debate sobre a questão da redução de danos. Apesar do bom texto voce tenta responsabilizar o falecido senador Jefferson Perez (numa tentativa de afirmar que o candidato que você defende tomou uma clara posição em favor da legalização (não é discriminalização que já temos atualmente, e que concordo).
    Não há como convencer país (e eu o sou) de que a legalização é algo que estancará o processo de inicialização e dependência das drogas. Digo, e isso é provado cientificamente, que algumas têm capacidade de provocar dependência muito mais rapidamente que outras. Isso, por si só, é suficiente para opor-me a legalização, como defende seu candidato, Ricardo Coutinho, de forma clara, no áudio que está anexado a postagem.
    No mais, converse com seus pais, com seus vizinhos e pergunte-lhes se a legalização das drogas, que Ricardo Coutinho defende é a forma mais inteligente e séria de proceder.
    Fique em paz e proceda, se possível, a consulta com os seus (país e vizinhos)

    ResponderExcluir
  12. Percebo q há uma distorção quanto ao entendimento ao teor do áudio. Ouvi essa entrevista de RC e na época ela foi enveredada justamente pela vinda do senador Jefferson a um debate sobre o tema. Volto a repetir: a posição favorável acerca do debate sobre a leigalização é importante, inclusive se for para sepultar a proposta.

    Esse é o crime que cometeu este cidadão, segundo vc. Mas deixe estar.

    Esse ranço que demonstra não o força a se manter ao lado daqueles que já tiveram muito tempo pra fazer e não fizeram.

    A conjuntura é essa. Defina-se a partir dela. É inevitável.

    Reiteiro:

    Avance Caríssimo!!!

    ResponderExcluir
  13. Caro integrante das sombras,
    Mentira sua que a defesa da legalização das drogas tenha sido por conta da vinda do falecido senador Jefferson Perez. Ele não veio à Paraíba, muito menos na fase em que Ricardo Coutinho concedeu entrevista. Está com medo de que? Pergunte prá ele.
    Eu sei,posso afirmar. Não tem nada a ver com vinda de quem quer que seja. Ele apenas usou a muleta do senador para dizer que "as melhores cabeças do país, (ele entre elas) defendem a legalização das drogas.
    E ponto final.

    ResponderExcluir
  14. Jefferson Peres não veio à Paraíba? Vasculhe as emissoras de rádio no ano de 2005 ou 2006. O senador esteve aqui para debater justamente esse tema. Mas, vc dizendo é uma garantia.

    Abs

    Obs: Os últimos posts foram meus e não do anonimo. Perdão, esqueci de colocar o nome.


    Érico

    ResponderExcluir
  15. Derval Golzio. ômi, chega da agonia ler as suas baboseiras. Tá com cargo comissionado no Estado não é?

    ResponderExcluir
  16. Grande Derval.Sempre admirei seus textos coerentes e por essa razão me ponho agora a expressar minha opinão sobre toda essa farsa chamada Ricardo Coutinho.Quem o conheceu na UFPB,Câmara,Assembléia e Prefeitura viu em seu último mandato que ele(RC) fez sim pós graduação em maquiagem pois agora a maquilagem e a máscara caiu mostrando quem verdadeiramente é o perseguidor,ditador e irônico ex-prefeito.Defensor de drogas que estao acabando com as famílias, pactuando e escondendo que faz parte dos Ilê e outros centros, defendendo o crescimento do vizinho Estado de Pernambuco e se aliando com as natas das FICHAS SUJAS. Um dia a máscara cai e acho que dessa vez é chagada a hora do POVO saber quem é RC que de tão bom é renegado pela própria família.Será porque é o mais FEIO??? Quanto ao seu ex-companheiro de curso,luta e profissão Nonato Bandeira infelismente seguiu o mesmo rumo.Mas Homens e profissionais como você é que honram essa categoria,pois os anos se passam e nuca vi você mudar sua integridade moral.Parabéns e para evitar represalias e perseguição me ponho no anonimato aqui.Que Deus o conserve com CARÁTER, coisa que alguns "profissionais e políticos da corja de RC não tem." Anjo de Cristal

    ResponderExcluir
  17. Caro blogueiro,

    A discussão sobre a legalização ou não das drogas é muito importante. Mas quando se parte para uma discussão dessa com animosidade e, principalmente, com objetivo específico de arranhar a imagem de um candidato em plena eleição o debate esvazia-se. E esse objetivo fica explícito quando se olha a seção "Arquivo do Blog",onde a maioria das matérias critica ou o candidadto Ricardo Coutinho, ou a gestão da Prefeitura de João Pessoa, ou, até mesmo, o atual prefeito. Aliás, algumas estão em sintonia-fina com o candidato José Maranhão.
    Por favor, não preste um desserviço à sociedade! Avance no tema, mas sem direcionamentos ou objetivos escusos!

    Ass.: Vinicius.

    ResponderExcluir
  18. SÓ SABE A DOR DA PERDA QUE JÁ TEVE UMA. PERDÍ MEU FILHO NÃO PARA AS DROGAS MAS SUA PARTIDA, CAUSADA POR UM CRIME DE TRANSITO, ABRIU UMA FERIDA QUE NUNCA SERÁ CURADA. IMAGINO A DOR DE UMA MÃE QUE TEM QUE LUTAR DIUTURNAMENTE CONTRA OS ASSASSINOS DE UM FILHO. ESPERO QUE O USO DAS DROGAS NUNCA SEJA LEGALIZADO.ANA PAULA CAVALCANTI RAMALHO

    ResponderExcluir
  19. ÔMI,
    Não vou deixar de expor minhas "baboseiras".Também não tenho cargo comissionado no Estado. Sou professor concursado na UFPB há mais de 18 anos, dedicação exclusiva. Fiz seleção de mestrado e doutorado sem arranjos ou amizades (na Unicamp e em Salamanca/Espanha respectivamente. Atualmente estou em realizando pós-doutoramento, também na Espanha. E você? O que faz? Onde trabalha, meu caro omi? Também defende a legalização das drogas? Fique em paz.

    ResponderExcluir
  20. Tu és professor mesmo de que, hein?
    De arranjar picuinhas para alimentar ódio de candidato rancoroso ??? Então é mestre!
    Graçasa mim mesma não tive o desprazer de ser sua aluna...
    Babaquice !!!
    Vai arranjar uma lavagem de roupa para complementar esse salário de miséria que tu ganha...
    Namaste

    ResponderExcluir
  21. Ele deve ser ums dos muitos que estão esperando Rc ganhar pra ver se entra para mamar nas tetas do Estado.

    ResponderExcluir
  22. Fazendo PÓS-DOUTORAMENTO não te faz dono da verdade,e você como intelectual o que acha do nível intelectual do candidato Zé, ele tem uma dicção ótima não é?

    ResponderExcluir
  23. Caros comentaristas,
    Calma!!! Não é bom confundir diccção com conhecimento. Isso diz muito mal de vocês, afinal o desconhecimento entre estas duas questões são primárias.
    De fato, tenho um salário que julgo deveria ser melhor. Mas me engrandece saber que ele foi conquistado com conhecimento e competência. Não sei se é este o seu caso. Não se irritem.Faz mal prá saúde. Melhor que tentem convencer a população que a proposta de legalização das drogas é algo pernicioso para a sociedade. Paz e muita calma para todos.

    ResponderExcluir